Brasil

Corretora mineira morta por síndico em Goiás levou tiro na cabeça, de acordo com atestado de óbito

Antônio Campos

Natural de Governador Valadares (MG), iniciou sua trajetória no rádio...

Daiane Alves é velada nesta quarta-feira (4) em Uberlândia, Minas Gerais, de onde era natural

Daiane Alves de Souza estava desaparecida há mais de um mês. O síndico do prédio onde ela morava é o principal suspeito do crime.    Foto: reprodução redes sociais

 

O atestado de óbito da corretora de imóveis Daiane Alves, assassinada em Goiás, aponta que a morte foi causada por traumatismo cranioencefálico provocado por projéteis de arma de fogo. Daiane, de 43 anos, estava desaparecida havia cerca de 40 dias. O corpo é velado nesta quarta-feira (4), no Cemitério e Crematório Parque dos Buritis, em Uberlândia, Minas Gerais.

A corretora foi vista pela última vez entrando no elevador do prédio onde morava, em Caldas Novas, cidade em que residia havia cerca de dois anos. Imagens de câmeras de segurança registraram os últimos momentos dela no condomínio. O caso ganhou grande repercussão após apelos públicos de familiares.

As investigações da Polícia Civil apontaram como principal suspeito o síndico do prédio, Kleber Rosa de Oliveira. Segundo a polícia, Daiane e Kleber mantinham desavenças há mais de um ano, relacionadas à administração de apartamentos da família da vítima no condomínio. Ao todo, existem mais de 12 processos judiciais entre as partes, envolvendo acusações como perseguição, sabotagem, abuso de poder e agressão física.

O crime teve desfecho na última quarta-feira (28), quando Kleber confessou o assassinato e levou os investigadores até o local onde ocultou o corpo da corretora, em uma área de mata a cerca de 15 quilômetros de Caldas Novas. A identificação inicial foi feita pelas roupas encontradas no local, e exames posteriores confirmaram a causa da morte.

Além de Kleber, o filho dele, Maicon Douglas de Oliveira, também foi preso. De acordo com a polícia, o síndico deve responder por homicídio e ocultação de cadáver. Já o filho foi autuado por obstrução da investigação, apesar de o pai afirmar que ele não teve participação no crime.

 

 

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