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Brasil

O secretário de Inspeção do Trabalho foi exonerado após inserir a BYD na “lista suja” de trabalho análogo à escravidão

Antônio Campos

Natural de Governador Valadares (MG), iniciou sua trajetória no rádio...

Uma decisão provisória da Justiça do Trabalho excluiu a montadora chinesa da lista dois dias após a determinação de Luiz Felipe Brandão de Mello

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à linha de montagem de veículos da BYD. Polo Petroquímico, Camaçari – BA.
Foto: Ricardo Stuckert / PR

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a exoneração do secretário de Inspeção do Trabalho, Luiz Felipe Brandão de Mello, após a Justiça suspender a inclusão da BYD na chamada “lista suja” do trabalho análogo à escravidão. A decisão foi oficializada no Diário Oficial da União.

O ex-secretário havia determinado a entrada da empresa na atualização mais recente do cadastro, divulgado pelo Ministério do Trabalho, que também incluiu outros nomes, como o cantor Amado Batista. No entanto, a BYD conseguiu uma liminar na Justiça do Trabalho que retirou seu nome da relação poucos dias depois.

A lista, atualizada semestralmente, reúne empregadores responsabilizados após processos administrativos concluídos, garantindo direito de defesa, e mantém os nomes por até dois anos. A inclusão da montadora ocorreu após o resgate de 220 trabalhadores chineses em condições degradantes em obras de sua fábrica em Camaçari, na Bahia.

Segundo o Ministério Público do Trabalho, os operários, contratados por empresas terceirizadas, viviam em condições precárias, com retenção de documentos e descontos elevados nos salários. Até o momento, o Ministério do Trabalho não se pronunciou sobre o caso.

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